Resenha: Extraordinário

Já faz uns dias que já acabei de ler, bem e por ser incentivada ao ler esse livro pelas críticas super cinco estrelas, eis a minha vez de resenhar.

Logo de cara, nas primeiras páginas, me identifiquei com August, por quê amigão? Bem, eu já sofri bullying, preconceito, ou que seja. Era porque meu nome era diferente (a.k.a estranho), era porque eu tinha um óculos vermelho (a vendedora disse que tava bunito e eu levei, ora bolas!), era porque eu era gordinha do cabelo castanho enrolado, era porque eu tinha entrado no meio do ano, aliás, são tantos porques que já me perdi.

Mas voltando a critica do livro, eu acharia o livro perfeito se ele fosse apenas um narrador, o August, no entanto é importantíssimo saber como as outras pessoas achavam nosso protagonista, como elas se sentiam, saquei a parada. E gostei do final que o vilãosinho de 10 anos teve, o Julian, afinal era um garoto fútil que se achava o máximo pelo fato de ter pessoas ao seu redor, a nossa belíssima escritora tirou os amiguim dele e ele sai de Brecher Prep.

A diagramação eu nem preciso mencionar porque adorei, parecia que eu lia até o livro mais rápido (mas quando a gente via só tinha lido duas páginas, okay)

E sinceramente, eu recomendo o livro a todos que nunca sofreram bullying, até para os que não praticam e até pra quem já sofreu, é muito legal relembrar o que já sofremos né? HUE

 

E vocês, já leram? O que acharam? Comente e compartilhe no facebook o meu trabalho!

Semana que vem tem mais!

Bisos bisos

Resenha: Eu sou o número Quatro

Depois que li Divergente busquei um livro com a mesma dinâmica de aventura e tal. Daí fui vender uns livros no sebo e acabei pegando vale e comprando o livro “Eu sou o número Quatro”.
A história gira em torno do número Quatro, que era o quarto entre nove crianças que sairam de seu planeta natal, Lorien, para se refugiar aqui na Terra dos Mogodorianos que eu não sei por quê da dissiminação de Lorien, acho que era porque lá era ricos em recursos, enfim né.
E ai o feitiço dizia que os Mogodorianos ao matar essas nove crianças teria de ser em ordem numérica se estivessem separados, e desses já três morreram, imagina o número Quatro que desespero?!
Ai ele vai pra Ohio, estuda, tem sua vidinha lá e bem, não vou contar a história toda né? Afinal isso é uma resenha.
Eu achei o livro com história íncrivel, aliás quem fez minha cabeça foi a moça da livraria, mas ela foi mal aproveitada. A leitura fica massante em certos momentos da narrativa, o número Quatro parece um troglodita que não sabe se expressar muito bem com as pessoas além de Henri, seu cêpan, o que é um erro grande de nosso autor.
Se o número quatro veio para cá, e se mudou vinte e uma vezes, já era pra ele estar socializado com o jeito dos humanos e falar mais normal né?
Enfim, não tive muito entusiasmo para continuar a ler a série, quem sabe no futuro continue.
Nota: ☆☆

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Resenha: Divergente e Insurgente

     Olha vou te dizer, nunca um livro me prendeu tanto quanto a saga de Divergente. Katherine Roth, meus parabéns, você conseguiu que eu amasse aventura! (e está até me manipulando para voltar a ler a série do Percy Jackson)
     Com uma filosofia bem atraente e até um pouco complexa sobre livre-arbítrio, a história é uma delícia de ler.
     Entramos na mente de uma jovem inicianda da facção Audácia -uma sociedade que alguns chamam de loucos pelos atos que muitos de nós não temos a mínima coragem de fazer- que desde que nasceu era da Abnegação -facção que consiste em atos de bondade e altruismo-, mas os iniciandos para se transferir de uma facção para outra necessita passar por um teste de aptidão, que mostra ao indíviduo a qual facção ele tem mais em comum e quem o teste de aptidão não funciona, ou seja tem mais de uma facção a escolher, é chamado de Divergente.
    A história até me lembra um pouco House of Night, foi só a Zoey entra na Morada da Noite pra começar a catastrofe e assim também em Divergente: foi só a nossa Tris Prior se transferir que começou a catástrofe, acho que é histórias assim que nos prendem mais, e sinceramente a saga Divergente é uma das minhas favoritas atualmente.
     E quem não shippa Tris e Quatro, vulgo Tobias? No primeiro livro, Katherine nos mostrou um casal mas pela emoção, aquele cuti cuti e nheca nheca que até nos faz pensar por um segundo: Essa história só se passa por eles? Dai Roth te surpreende. No segundo livro, Tris e Quatro dão uma reviravolta, brigas e até uma deslealdade vêm a tona, e isso me fez aplaudir de pé a dinâmica do casal no segundo livro.
     O que me mais deixou animada em ler Divergente foi o fato da protagonista não ser uma Bella ou Katniss, ela era a Tris. Ela venceu muitos medos, conseguiu ser corajosa, e arrogância dela no livro é a coisa mais excitante que tem! Ela sim é uma heroina que samba na cara das inimigas.
Recomendo a qualquer um que não goste de ação ou aventura, pois essa leitura o fará gostar.
     Já sei o final de Tris e realmente me fez ficar chateada no começo, mas depois que acabei de ler o segundo livro, me pareceu satisfatório e com nexo o final. Enfim, estou ansiosa para ler o último livro, mal posso esperar para ir nas livrarias e comprar!