Resenha: Extraordinário

Já faz uns dias que já acabei de ler, bem e por ser incentivada ao ler esse livro pelas críticas super cinco estrelas, eis a minha vez de resenhar.

Logo de cara, nas primeiras páginas, me identifiquei com August, por quê amigão? Bem, eu já sofri bullying, preconceito, ou que seja. Era porque meu nome era diferente (a.k.a estranho), era porque eu tinha um óculos vermelho (a vendedora disse que tava bunito e eu levei, ora bolas!), era porque eu era gordinha do cabelo castanho enrolado, era porque eu tinha entrado no meio do ano, aliás, são tantos porques que já me perdi.

Mas voltando a critica do livro, eu acharia o livro perfeito se ele fosse apenas um narrador, o August, no entanto é importantíssimo saber como as outras pessoas achavam nosso protagonista, como elas se sentiam, saquei a parada. E gostei do final que o vilãosinho de 10 anos teve, o Julian, afinal era um garoto fútil que se achava o máximo pelo fato de ter pessoas ao seu redor, a nossa belíssima escritora tirou os amiguim dele e ele sai de Brecher Prep.

A diagramação eu nem preciso mencionar porque adorei, parecia que eu lia até o livro mais rápido (mas quando a gente via só tinha lido duas páginas, okay)

E sinceramente, eu recomendo o livro a todos que nunca sofreram bullying, até para os que não praticam e até pra quem já sofreu, é muito legal relembrar o que já sofremos né? HUE

 

E vocês, já leram? O que acharam? Comente e compartilhe no facebook o meu trabalho!

Semana que vem tem mais!

Bisos bisos

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Livro da vez: Extraordinário

Depois de ficar só lendo críticas e críticas excelentes sobre esse Extraordinário livro, finalmente o comprei e ainda forcei minha vó tirar uma foto minha com o livro.

a foto que minha vózinha tirou de mim *-*, não é só o August que é extraordinário

a foto que minha vózinha tirou de mim (eu fiquei horrivel mas que vale a intenção) *-*, não é só o August que é extraordinário

 

Já gostei muito da diagramação e do jeito que o livro é, então nem preciso dizer que haverá uma resenha positiva.

Enfim, a sinopse do livro aí em anexo:

August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade… até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.

Narrado da perspectiva de Auggie e também de seus familiares e amigos, com momentos comoventes e outros descontraídos, Extraordinário consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos, família, amigos e comunidade – um impacto forte, comovente e, sem dúvida nenhuma, extraordinariamente positivo, que vai tocar todo tipo de leitor.

E aí, quem já leu? O que vocês acharam?

 

Resenha do livro: Cidade de Papel

Oi gente!

      Bem, faz mais de um mês que ocorreu a Bienal do livro aqui no Rio de Janeiro, e lembro que estava vendo no facebook as fotos que Intrínseca postou de seu stand, e fiquei adorada por tantos livros de John Green, que atualmente é meu autor predileto, que estavam lá.

       Então uma missão eu tinha ao ir à Bienal: passar o rodo no stand da Intrínseca! Hahahaha, e foi o que eu fiz!

       Comprei mais de cinco livros, dois era de John: Cidades de Papel e O teorema de Katherine.

       Bem, sobre as Cidades de Papel, achei que o livro te envolve muito na história te fazendo ficar louco querendo saber onde está a bicha da Margo! 
       Estava excitada para lê-lo por causa da sinopse, fazendo um mistério terrível até tinha lembrado do livro que tinha lido no oitano ano, esqueci o nome mas só sei que o adorei tanto que até quis ficar com ele (eu tinha costume de troca-los por livros legais), enfim, o livro é um mistério e você não entende xondas porque é dividido em três partes mas epílogo você acaba descobrindo o por quê e que o livro tem uma história um tanto adolescente sapeca americano mas que tem um filosofia terrivelmente íncrivel, acabei o amando demais por isso e com uma dívida com ele: tenho que relê-lo. 
       Bem, minha crítica sobre o livro é: engraçado mas um pouco cansativo com a obcessão do Quentin, e o final aposto que quem leu o livro, ficou um tanto decepcionado com o final mas as duas últimas páginas da história eu achei bem fofinha!
      Ia ser viável ao livro ter uma continuação ou o John Green falar se Quentin e Margo se reencontram novamente no fururo.
      Vale a pena ler? ✅Com certeza;  
      Mas se você assiste muita sessão da tarde, deixa pra depois, aliás esse livro me lembrou muito Eu te amo Beth Cooper (por mais que eu nunca tenha visto o começo desse filme)

E vocês? Já leram Cidades de Papel ou algum livro de John Green? Comente sua opnião!

Bisos, até o próximo post! 💟